terça-feira, 1 de setembro de 2015

Resenha: Divergente - Veronica Roth


Nesta cidade futurista, a sociedade é dividida em cinco facções: Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição e Franqueza. Beatrice Prior, que tem dezesseis anos, e seu irmão Caleb são membros da Abnegação e ambos se submeterão a um teste de aptidão no qual Beatrice descobre que é uma Divergente, o que quer dizer que ela não pode ser controlada, e essa Divergência pode colocar sua vida em perigo caso essa informação chegue ao conhecimento dos líderes da Audácia e da Erudição. Ela terá que tomar a decisão de continuar na Abnegação, com sua família ou escolher outra facção, abandonando-a.

Durante o ritual de iniciação, Beatrice escolhe a Audácia e passa a ser chamada de Tris, seu irmão escolhe a Erudição, que é considerada inimiga da Abnegação. Já no complexo da Audácia, durante o treinamento para se tornar um membro da facção, a garota conhece outros transferidos e conquista a amizade de uns poucos iniciandos, assim como consegue também inimigos e Quatro, um dos instrutores por quem Tris começa a nutrir um sentimento especial no decorrer da história...

Os treinamentos são bem pesados, brutos e tornam os iniciandos cada vez mais competitivos e agressivos, o que faz com que eles alimentem inveja e ódio pelos que se saem melhor na pontuação. Enquanto isso, a Audácia e a Erudição planejam um ataque contra a Abnegação, e com a ajuda de Quatro, Tris tentará salvar sua família e os membros da Abnegação. Mas será que ela conseguirá salvá-los?

Divergente nos faz refletir sobre nossos laços de amizade e nas decisões que afetam não só nós mesmos, mas também todas as pessoas que amamos. Uma história distópica, emocionante, repleta de ação e aventura e a cada capítulo uma descoberta.

Super recomendo!

Bem, esta foi a resenha do primeiro livro da série Divergente.

Nós acreditamos nos atos simples de bravura, na coragem que leva uma pessoa a se levantar em defesa de outra."

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