segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Resenha: Magnus Chase e os Deuses de Asgard: A Espada do Verão




Magnus, é um garoto de 16 anos aparentemente normal que mora nas ruas de Boston e tem como únicos amigos Blitz e Heart, porém em um belo dia ele descobre que tem duas pessoas procurando por ele (Annabeth e seu pai) mostrando folhetos com sua foto, o que é preocupante pois ele tomava cuidado para que não soubessem exatamente quem ele era. Para tentar achar respostas ele acaba indo parar na casa de seu tio Randolph (lugar esse que sua mãe o avisou para não ir de jeito nenhum) e a partir deste ponto sua vida toma um rumo inesperado. Ao longo da história outros personagens vão surgindo como a corajosa Sam, o meio troll X, T.J, Mallory e Mestiço.




A questão do destino, Magnus, é a seguinte: mesmo que não possamos mudar o cenário, nossas escolhas podem alterar os detalhes.É assim que nos rebelamos contra o destino, como deixamos nossa marca.

Bom, para início de conversa, "A Espada do Verão" tem a velha receita infalível do tio Rick - Um herói meio cômico e divertido que da noite para o dia descobre ser filho de um deus e tem de salvar o mundo de uma batalha iminente - no caso de Magnus, o Ragnarök, o dia do Juízo Final. Apesar da mesma receita em todas as séries adoro os livros do Rick Riordan e como ele faz com que um personagem aparentemente normal como todos nós, com medos, inseguranças e tudo mais, acabe por mostrar que mesmo as pessoas mais improváveis podem se tornar grandes heróis, como se olhasse para o leitor e dissesse : " Olha, por trás de todo esse seu drama adolescente há uma pessoa capaz de fazer coisas extraordinárias, capaz de controlar seu próprio destino e de realizar seus sonhos mesmo que os outros não acreditem em você, VOCÊ precisa entender que dentro de cada um de nós há uma ponta de heroísmo pronta para desabrochar, é só você ACREDITAR ". Enfim, é claro que amei o livro, o tio Rick sabe colocar tudo na medida certa, aventura, ação, comédia, alguns dramas e mais algumas coisas.

Uma vez me disseram que a bravura de um herói não é algo planejado, mas sim uma verdadeira reação heroica a uma crise. Tem que vir do coração, sem qualquer pensamento na recompensa.
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