sábado, 4 de junho de 2016

Resenha: Battle Royale - Koushun Takami








Acabei de ler este livro agora pouco e ainda estou tentando achar as palavras certas para começar essa resenha. Mas, vamos lá...





O livro começa nos apresentando toda a turma do nono ano B da Escola de Ensino Fundamental Shiroiwa. A turma é composta por 42 alunos, sendo 21 meninas e 21 meninos. Toda a turma está indo de ônibus para uma excursão da escola, quando de repente todos adormecem misteriosamente. Ao acordar, Shuya Nanahara (o estudante número 15), percebe que está em uma réplica da sua sala de aula, e que todos os seus colegas estão adormecidos e com uma espécie de coleira no pescoço.

Meu tio uma vez falou que o riso constitui um elemento essencial para manter harmonia e que ele pode representar uma válvula de escape.

Ao irem acordando os alunos se deparam com Kinpatsu Sakamochi, um empregado do governo, que lhes informa que a turma deles foi escolhida para participar do Programa Experimental de Batalha Número 68, um tipo de jogo em que alunos do nono ano tem de matar uns aos outros até que só reste um no final. As coleiras que estão nos pescoços dos alunos servem para medir os batimentos cardíacos e irão explodir caso alguém esteja em um quadrante proibido. Explicadas as regras os alunos recebem um kit de sobrevivência, contendo pão, água, uma bússola, um mapa que os auxiliará a saber onde ficam os quadrantes proibidos (para que os alunos se locomovam ao longo do jogo serão demarcados alguns quadrantes proibidos) e uma arma podendo ser esta uma metralhadora, uma pistola ou até mesmo um garfo. A partir daí, os alunos vão deixando a escola um a um em intervalos de 2 minutos.

Não se preocupe com coisas que não dependem de você. Faça o que está ao seu alcance mesmo que as probabilidades de sucesso sejam inferiores a um por cento.

Acharam parecido com Jogos Vorazes né? Então, Battle Royale foi escrito em 1997 e publicado em 1999 no Japão, mas aqui no Brasil ele só chegou em 2014, e rola a maior polêmica porque muitas pessoas acusaram a escritora Suzanne Collins de ter plagiado o livro, mas ela nega e diz que só soube da existência de Battle Royale depois de já ter começado a escrever Jogos Vorazes.
O livro se passa em 1997, em um país fictício e os personagens vivem sob um regime fascista.
O livro vai te mostrar vários pontos de vista, o que faz você se apegar a mais de um personagem.


Vivemos sob um regime fascista bem sucedido. Em que outra parte do mundo há algo tão malévolo?

*** Pausa para descarregar minha raiva... O ESCRITOR MATOU MEU PERSONAGEM FAVORITO!!!!!! ***
 


Voltando...


O livro é muito bom, porém, eu não curti o final, achei meio vago, queria que o autor tivesse trabalhado um pouco mais nele, mas, o livro em si é muito bom mesmo, cheio de ação. O tipo de livro que você não consegue largar de jeito nenhum.

Eu achei o Shuya muito ingênuo, muito bobinho, ele acredita demais nas pessoas e isso acabou me irritando durante a leitura. E a Noriko está no mesmo barco, muito bobinha e sem graça.



O Kazuo precisa de uma camisa de força =), tipo URGENTEMENTE.

A edição está MARAVILHOSA, tanto a capa quanto a lombada são lindas e tem uma textura incrível, na contra-capa, tanto no início quanto no final do livro, vcs irão achar o mapa do país, a lista com todos os quadrantes proibidos e o mapa da ilha todo demarcado.















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