quarta-feira, 6 de julho de 2016

Resenha: O que Aprendi Com o Amor - Francélia Pereira.




Autor: Francélia Pereira
Páginas: 70
Ano: 2016
Editora: Indie
Adicione: Skoob



Sinopse:
 O amor sempre foi um sentimento inspirador, um sentimento que nos faz sorrir de pura felicidade, quando correspondido; e que nos joga na mais profunda tristeza, quando desprezado.

Nesse pequeno livro, que mistura verso e prosa, Francélia Pereira tenta registrar um pouco de tudo que aprendeu na companhia desse sentimento tão incompreendido por nós, o Amor!



Ei gente, estou aqui para falar sobre o livro da nossa parceira Francélia Pereira, "O Que Aprendi Com o Amor".

O livro é composto por poemas e textos em prosas. Se você tem medo de ler por achar que a escrita é complicada não se preocupe, porque a autora fala sobre o amor de uma forma leve e simples, e leva o leitor a se identificar com vários dos temas apresentados. 

A capa está linda e a diagramação está ótima, as folhas são brancas mas nada que atrapalhe a leitura ou tire o brilho da obra em si. Ele é bem curtinho, por isso eu li ele super rápido. 

Vou deixar aqui o meu poema favorito e também uma frase que eu amei. <3



Quero ter a liberdade
De deixar meu corpo fluir,
Falar, Falhar...
Quero ser o vento que passa
Quero ser fumaça
E também a pedra no caminho
Quero ser a flor e o espinho...
Não quero caber em uma medida
Não quero rótulo que me defina
Não quero ser a menina
Que espera o amado no entardecer
Da vida, quero viver
Quero ser, simplesmente
Sem medo do indiferente
E se eu for inadequada
Se nunca for amada
Por ser Eu e não uma idealização
Que bata mais forte ainda meu coração
Que eu seja única, como uma bela canção.
Que não precisa ser compreendida. 




De tudo que vivemos, aprendi que não importa quantos "sóis" apareçam em nossas jornadas; jamais devemos deixar nosso caminho de lado para orbitar outra pessoa, pois cada um de nós é um Universo inteiro, e por mais encantadores que pareçam outros mundos, eles não são mais que uma parte ínfima daquilo que nós somos. Hoje sei que "morrer no outro" é trair a própria existência, é negar a si mesmo a capacidade de Ser. 
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